PROFESSOR DE HISTÓRIA

BACHAREL E LICENCIATURA / ESCRITOR /PESQUISADOR


PROFESSOR DE HISTÓRIA BACHAREL/LICENCIATURA, PESQUISADOR, HISTORIADOR.
FORMADO BACHAREL EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE-F.U.R.G-ANOS 2005 / 2008.
FORMADO EM LICENCIATURA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA-U.F.S.M- ANOS 2014 / 2017.
Esse Site  é focado maias  por parte da grande história da minha terra natal e das  imagens, relatos, documentos, fotos antigas e atuais, o Acervo da Comunidade de Ubiretama que é  aberta ao publico, usadas afim de que possam comprovar que UBIRETAMA TEM HISTÓRIA que são do povo piorneiro que monstra a riqueza da construção de um Povoado e o crescimento de diversas etnias que fizeram um povoado-vila-cidade, com muita luta, é muito importante para os nossos estudantes descobrir através de fotos e documentos a história da nossa terra e tenham orgulho do passado e do presente , e servira também para as pesquisas. O Site é Educacional. Qualquer dúvida sobre os documentos ou pergunta favor manter CONTATO nesse Site.

ME PERGUNTARAM QUAL FOI O MEU PRIMEIRO AMOR :
A MINHA TERRA-NATAL.
PORQUE?
EU FAÇO DE GRAÇA UM TRABALHO PARA A MINHA TERRA QUERIDA ATRAVÉS DE UMA PAGINA NO FACE DAS FOTOS E RELATOS E UM SITE DOS DOCUMENTOS HISTÓRICOS.
NÃO TEM NENHUMA RENUMERAÇÃO ?
O PAGAMENTO É O INTERSERE DAS PESSOAS DE UBIRETAMA , E MANTER VIVO E UM REGISTO HISTÓRICO E UMA FONTE DE INFORMAÇÃO E UMA IMPORTANTE E GRANDE CONTRIBUIÇÃO PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA DA NOSSA TERRA NATAL.
ESSE É O ÚNICO PAGAMENTO EXIGIDO E GRATO, APENAS DESEJO UMA  UMA TROCA DE INFORMAÇÕES E DE DADOS E ASSIM VAMOS RELEMBRAR VELHAS HISTÓRIAS-REAIS-PASSADAS.



Sobre image

Esse SITE surge com o objetivo de informar da região de Ubiretama

tem uma leitura simples e direta e não partidária, mas, sim com a finalidade e preocupação de informar com fotos e textos históricos. Com população levando a cada pessoal a devida informação que irá contribuir para melhor desenvolvimento de uma Cidade em crescimento, tanto no setor executivo como no legislativo, social, secretarias, os comércios, social, educacional, clima, esportes, plantão de policia, obituários, politica geral.

CERTIFICADOS ACADÊMICOS

UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES U. R. I

CERTIFICADOS ACADÊMICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE DO SUL - F. U. R. G.

CERTIFICADOS ACADÊMICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA U. F. S. M.

A IMIGRAÇÃO E A COLONIZAÇÃO GERMÂNICA NO BRASIL

IMIGRAÇÃO E COLONIZAÇÃO ALEMÃ NO BRASIL

CNPq CURRÍCULO LATTES Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/0654783026461042

Formado em História pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG-BACHARELADO), e LICENCIATURA pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

REFORÇO DE ESTÓRIA

ESCOLAS: DIAS: A ESCOLHER NÚMEROS ALUNOS: LOCAL: DOMICILIO OU ESCOLAS . PREÇOS: A COMBINAR CONFORME A SITUAÇÃO. SEMPRE ENTRAR EM CONTATO.

DIGITAÇÃO DE TRABALHOS

TRABALHOS ESCOLARES: TRABALHOS ACADÊMICOS EM GERAL: PREÇOS: CONFORME O NÚMERO DE FOLHAS. SEMPRE ENTRAR EM CONTATO.

OS SÍMBOLOS DO MUNICÍPIO DE UBIRETAMA/RS.

O BRASÃO - ESCUDO BANDEIRA HINO

SANTO ÂNGELO

A 1.ª CIDADE-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).

SANTA ROSA

A 2.ª CIDADE-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).

GIRUÁ E CAMPINAS DAS MISSÕES

AS 3.ª CIDADES-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).

A CIDADE EMANCIPADA DE UBIRETAMA

O ANTIGO POVOADO DE LARANJEIRA VILA - CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

CASCATA DE UBIRETAMA

UM PONTO TURISTICO

COMENTÁRIO SOBRE AS FOTOS DAS MAQUINAS DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE A PRAÇA DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE A CASCATA DO RIO LARANJEIRA DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE OS DOCUMENTOS DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS

COMENTÁRIOS SOBRE AS PLANTAS - CROQUIS DA PONTE DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS

COMENTÁRIOS SOBRE OS MAPAS DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE OS RIOS - ENCHENTES DO RIO LARANJEIRA DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE A SAÚDE DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE OS RESISTAS - SOLDADOS DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

COMENTÁRIOS SOBRE AS ELEIÇÕES - T.R.E. - DA CIDADE DE UBIRETAMA/RS.

CASCATA DE UBIRETAMA

UMA PEQUENA HISTÓRICO DO RIO LARANJEIRA


  • Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brazil
  • Rua: Niderauer, 265 Condomínio Niderauer . Bloco 16 /Apt. 202 CEP: 97020160.


MUNICÍPIO DE UBIRETAMA E SUA HISTÓRIA

Mário Avelino Silveira Kitzmann. Bacharel em História pela F.U.R.G.-Rio Grande RS. e Licenciatura em História pela U.F.S. M-Santa Maria.RS. “Aquilo que tentamos com frequência, e não deixarmos de desejar, um dia acabamos de por conseguir” Sigmud Freud

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Anais CIHIS-PODER, CULTURA E FRONTEIRAS´-TRIANUAL-VI-2016. Congresso Internacional de História da UFSM-Santa Maria.RS.
 
                                                              MUNICÍPIO DE UBIRETAMA E SUA HISTÓRIA
                                                                                                                                                 Mário Avelino Silveira Kitzmann.
                                        Bacharel em História pela F.U.R.G.-Rio Grande RS. e Licenciatura em História pela U.F.S. M-Santa Maria.RS.
                                      “Aquilo que tentamos com frequência, e não deixarmos de desejar, um dia acabamos de por conseguir”
                                                                                                                                                                                                           Sigmud Freud.
Este trabalho tem com finalidade de apresentar os elementos históricos e documentos do município de Ubiretama na região noroeste do Rio Grande do Sul do Alto Uruguai, através de uma extensa pesquisa de uma investigação que me levou ao mundo da informação que cada dia mais me apaixona e cada novo fato novo do passado para o presente iam se transformando num relato histórico e cada vez mais profundo e vasto que evolvia pela pesquisa intensa e lenta que cada acumulava com passar do tempo e das cidades mães do município que hoje é Ubiretama. Em todos esses anos fui um mero detetive em prefeituras, museu e bibliotecas, cada descoberta para um pesquisador ético que por norma não pode inventar nada e não poderia fugir do foco ou construir os fatos sem base documental e as fontes sem, por isso tomei todo o cuidado de não sair do prumo da história da minha região que em cada cidade foram colhidos e pesquisados em diversos dados e datas e anos das cidades-mães referentes ao município de Ubiretama e com a fundação e a emancipação, era preciso de uma história com as devidas fontes e não dos relatos orais de um povo que só ficou na lembrança.
Um povo sem história e sem passado e um povo sem o presente e ao longo do tempo os novos fatos esquecidos pelos que os antepassados, mas muitos haviam esquecido a verdadeira história. Nos livros do Arquivo morto das prefeituras foi uma imagem de um futuro renovado para um município, pois, deles é a história, desconhecida. E caminhando com as próprias pernas o novo município de Ubiretama começou a se descobrir que tem um potencial, por isso, a emancipação é sempre um resultado natural de um processo que ao longo do tempo vem sendo amadurecida dos seus habitantes de uma pequena e pacata de um povoado, vila e finalmente cidade. Uma comunidade social e política livre finalmente se viram das amarras de outras cidades mães. Assim podemos dizer que emancipação não um mero mérito político, mas sim, um importante trabalho da comunidade que sonhou alto para virar realidade. Teve a sua fundação em 24 de julho de 1909 e a emancipação em 19 de julho de 1995 e a criação do município pela Lei n. 10.654 de 28 de dezembro de 1995, Um povo sem história e sem memória é um povo sem futuro.
Palavra-Chave: História-Politica-Emancipação-Fontes Documentais.
Apos o terminar da primeira Eleição Municipal tentei saber se tinha algo escrito sobre o novo município e quando descobri que não tinha nada documentado sobre o novo Município, logo percebi que era longo o meu trabalho de garimpar os de dados políticos do meu povo como, por exemplo: A Fundação, os primeiros Imigrantes, etc. Dados que os habitantes tinham como uma lembrança oral, mas não documentais e se confrontavam com as outras pessoas, mas sobre os mesmos assuntos. Precisava de fontes concretas, e sérias e assim fazer um trabalho documental que ninguém contestaria. Levei sete anos de pesquisa, e dois anos de trabalho cruzando dados documentais e datas e cidades e mais quatro anos numa Universidade de História me formei em BACHAREL para melhor encaminhar, ou seja, a verdadeira versão do nosso Município visando um melhor acabamento desta obra.
AS ETNIAS
O inicio da colonização aconteceu com a vinda dos Imigrantes Alemães a principal etnia no ano de 1890, mais tarde chegaram os Poloneses, Holandeses, Italianos e Russos.
Fundação em 24 de Junho de 1909 pelo ato Intencional n.° 5, com o nome de POVOADO LARANJEIRA, devido ao Rio que banha (pelos pés de Laranjeira na barranca do Rio, por isso o nome).
Em 1931 com a emancipação de Santa Rosa passou a ser do 3.° Distrito até 28 de Janeiro de 1955 com emancipação Politica-Administrativa de Município de Giruá.
PORQUE A MUDANÇA DE NOME
A divisão territorial baixada por um Decreto Legal n.° 720, de 29 de Dezembro de 1944, A divisão administrativa e Judiciária do Rio Grande do Sul comportando 56 comarcas, 92 termos, 92 municípios e 394 distritos e entre eles o distrito a nova Vila de UBIRETAMA.
O SIGNIFICADO DO NOME
A mudança do nome do Povoada de Laranjeira para Vila Ubiretama por Decreto-Lei Governamental em 1944, que no qual tem o seu significado na língua TUPI-GUARANI, e a expressão UBIRETAMA “Vila na região de Cerro Largo, sobre o Rio Comandaí”. De “YBY”, “YVY”=TERRA e “RETAMA”, “RETA”=Pátria, lugar, região: O LUGAR DA TERRA
INDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO
O PLEBICITO
Para a realização da emancipação de Ubiretama, pela Lei n.° 10. 496 de 19 de Julho de 1995.
A CONSULTA PLEBLISCITARIA
Boletim Totalizador de um total de Votos de 1.689, nos quais contra 202 e a favor 1.464.
A CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO
PELA: Lei n.° 10.654, 28 de Dezembro de 1995. ALTITUDE: 208m. ÁREA: 126,694 Km2. HABITANTES: 2.474 IBEGE/2008. CLIMA: Subtropical Úmido. MESORREGIÃO: Noroeste-Rio-Grandense IBGE/2008. MICRORREGIÃO: Santo Ângelo. IBGE/2008
LEVANTAMENTO DE FONTES
O objetivo desse trabalho é de apresentar ao meu Município e minha região os documentos não orais, mas as fontes que são a vida daquelas pessoas que se perderam no tempo e ao passar dos anos reviveram com a luz de uma emancipação de um novo município mais velho em fundação.
Foram sete cidades de um trabalho cansativo e solitário em meio de livros e papeis e documentos raros, por final levantei os dados, fontes documentais nas Prefeituras das cidades nos quais levantei durante uma pesquisa que ainda me move todas as vezes que eu descubro uma coisa nova, mas um Historiador sempre esta pronto para os novos assuntos se informações. Este trabalho é feito com objetivo de apresentar ao meu Município e minha região os documentos não orais, mas as fontes que são a vida daquelas pessoas que se perderam no tempo e ao passar dos anos reviveram com a emancipação daquele novo município mais velho em fundação, mas nenhuma história escrita.
Bem, feito esse trabalho de levantamento de dados, fontes documentais nas Prefeituras de cinco cidades nos quais levantei durante sete anos de pesquisa as seguintes informações: Que em seis Capítulos, divididos por subcapítulos começando pela cidade de Santo Ângelo, Santa Rosa, Giruá, Campinas das Missões, Guarani das Missões e por fim a cidade emancipada Ubiretama.
A História recente de Ubiretama mostra que a emancipação do Município foi o caminho mais curto para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade onde o até então era distrito, e ascendeu um rápido processo de evolução. A arrecadação do contribuinte teve sua melhor aplicação do Posto de Saúde, Postos Bancários, Agentes de Saúde, nas Comunicações telefônicas, Informática, a manutenção das ruas, construção das estradas, e reforma de pontes e pontilhões, no saneamento básico, na educação do 1.° 2.° 3.°, no transporte escolar gratuito, como o atendimento Odontológico para alunos das redes Municipais Estaduais e população carente.
Estando livres das amarras que estávamos presos as administrações Municipais dos Municípos-Mães, muitas vezes indiferente à nossa sorte, o distrito de Ubiretama emancipado percebeu que é capaz de escrever sua própria história político-administrativa com ajuda desse povo valente com erros e acertos competente a qualquer empreendimento humano. Caminhando com as próprias pernas o novo Município começou a descobrir o seu potencial. Por isso, a emancipação de um distrito é sempre um resultado natural de processo que ao longo do tempo com o amadurecimento dos habitantes de uma pequena comunidade se torna “livre” Social, e principalmente Política, era um sonho que tornou realidade. Assim, podemos dizer que a emancipação não foi um mero mérito político, mas sim, um importante trabalho liderado pela comunidade Ubiretamanse. Busquei coletar só os dados documentos referentes ao atual Município de Ubiretama.
Pois é uma Coletânea Histórica que visa a facilitar uma visão histórica de fontes e através de fotos documentado de um lote, uma colônia, um povoado, uma Vila e finalmente uma Cidade... minha terra natal. Mas não tirando a importância das Cidades-Mães que alguma maneira foram importante para o desenvolvimento da nossa terra. Por fim quero ver a alegria nos olhos nos habitantes, olhos jovens de velhos que viveram e de os nossas crianças que vão ler e ver o valor desse chão que vão amar como eu sempre amei.
Trabalho Apresentado no Congresso Internacional de História da Universidade Federal de Santa Maria.
Email: kitzmann2016mask@hotmail.com
Celular: (55)-999299120
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O POVOADO DE SANTO ÂNGELO

Em 12 de agosto de 1706, foi fundado o Povoado de Santo Ângelo, entre os rios Ijuí-grande e Ijuizinho, com 737 famílias, compostas de 2 879 pessoas, sendo seu fundador o Padre Diogo de Hase, nascido em Antuérpia a 6 de janeiro de 1647 e falecido na Redução de Santa Ana em 25 de maio de 1725. Esse é um nome quase que ignorado da gente de Santo Ângelo. No ano de 1707 foi o povoado mudado para o local em que ora se ergue a linda cidade de Santo Ângelo. O motivo da mudança prendeu-se à impropriedade do lugar, situado entre dois rios caudalosos. No ano da fundação foram batizadas 3 crianças; em 1707, 181; em 1708, 223; em 1709, 188; e em 1710, 78. Era Santo Ângelo grande produtor de erva-mate: o maior exportador, chegando a produção a atingir 5 mil arrobas, 'no que superou a todos os outros povos”. Era também o maior produtor de algodão, num total de 4 mil arrobas. Quanto à pecuária, só tinha em seus campos 2 mil vacas, 100 cavalos e mil ovelhas. Distrito criado com a denominação de Santo Ângelo por Lei Provincial n.º 335, de 14-01-1857, e por Ato Municipal n.º 9, de 10-02-1901, subordinado aos municípios de Santa Cruz e São Borja. Elevado à categoria de vila com a denominação de Santo Ângelo por Lei Provincial n.º 835, de 22-03-1873, sendo desmembrado de Santa Cruz e São Borja. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-05-1874 ou 31-12-1874. Por Ato n.º 9, de 10-02-1901, são criados os distritos de Santa Rosa, Rio Branco e Fazenda Coimbra e anexados ao município de Santo Ângelo. Por Lei Provincial n.º 1.287, de 04-05-1881, e por Ato Municipal n.º 9, de 10-02-1901, é criado o distrito de São Miguel e anexado ao município de Santo Ângelo. Pelos Atos Municipais n.º 27, de 14-10-1901, n.º 9, de 09-12-1913, e n.º 1, de 03-01-1929, foram criados os distritos de Jarí e Vinte e Um de Abril, subordinados ao município de Santo Ângelo. Por Ato n.º 5, de 24-07-1909, foram criados os distritos de Giruá e Laranjeiras e anexados ao município de Santo Ângelo. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Fazenda Coimbra, Giruá, Jarí, Laranjeiras, Rio Branco, Santa Rosa, Santa Tecla, São Miguel e Vinte e Um de Abril. Pelo Ato Municipal n.º 1, de 01-01-1920, é criado o distrito de Campinas e anexado ao município de Santo Ângelo. Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Campinas, Giruá, Jarí, Laranjeiras, Rio Branco, Santa Rosa, Santa Tecla e São Miguel e Vinte e Um de Abril. Não figurando o distrito de Fazenda Coimbra. Pelo Decreto Estadual n.º 4.200, de 21-12-1928, o distrito Vinte e Um de Abril foi transferido do município de Santo Ângelo para Tupanciretã. A Lei Estadual n.º 4.823, de 01-07-1931, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de Santa Rosa, Campinas e Laranjeiras, para constituírem o novo município de Santa Rosa. Por Ato n.º 1, de 12-01-1933, foram criados os distritos de Independência e Inhacorá e anexados ao município de Santo Ângelo. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Giruá, Independência, Inhacorá, Jarí, Rio Branco, Santa Tecla e São Miguel. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo Decreto Estadual n.º 7.199, de 31-03-1938, foram extintos os distritos de independência, Inhacorá e Santa Tecla, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Santo Ângelo como simples zonas administrativas e o distrito de Jarí anexado ao distrito sede do município de Tupanciretã. Pelo Decreto Estadual n.º 7.842, de 30-06-1939, o distrito de Rio Branco tomou a denominação de Catuípe. No quadro para vigorar no período de 1939 a 1943, o município é constituído de 4 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Giruá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 3, de 26-08-1948, é criado o distrito de Entre-Ijuís e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 4, de 6-10-1948, é criado o distrito de São José do Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 5, de 02-12-1948, é criado o distrito de Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Entre-Ijuís, Giruá, Inhacorá, São José do Inhacorá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 14, de 16-06-1949, é criado o distrito de Coimbra e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei n.º 7, de 16-06-1950, é criado novamente o distrito de Independência e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950 o município é constituído de 9 distritos: Santo Ângelo, Catuípe, Coimbra, Entre-Ijuís, Giruá, Independência, Inhacorá, São José do Inhacorá e São Miguel das Missões. A Lei Estadual n.º 2.526, de 15-12-1954, transfere os distritos de Independência, Ivagaci e São José do Inhacorá do município de Santo Ângelo para o de Três de Maio. A Lei Estadual n.º 2.601, de 28-01-1955, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Giruá, elevado à categoria de município. Pela Lei Municipal n.º 29, de 31-01-1955, é criado o distrito de Chiapetta, desmembrado do distrito de Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Chiapetta, Coimbra, Entre-Ijuís, Inhacorá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 32, de 11-10-1955, é criado o distrito de Eugênio de Castro, desmembrado do distrito de São Miguel das Missões, e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 7, de 17-07-1956, é criado o distrito de Buriti e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 47, de 30-12-1955, é criado o distrito de Sete de setembro e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 10, de 10-08-1959, é criado o distrito de Vitória e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Estadual n.º 3.699, de 31-01-1959, o distrito de Sete de setembro foi transferido do município de Santo Ângelo para o novo município de Guarani das Missões. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Catuípe, Chiapeta, Coimbra, Eugênio de Castro, Entre-Ijuís, Inhacorá, São Miguel das Missões e Vitória. A Lei Estadual n.º 4.156, de 16-10-1961, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de Catuípe, Chiapeta e Inhacorá, para constituírem o novo município de Catuípe. Pela Lei Municipal n.º 389, de 20-03-1978, é criado o distrito de Colônia Municipal e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 388, de 20-03-1978, é criado o distrito de Comandaí e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 26, de 12-10-1966, é criado o distrito de Esquina Gaúcha e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-I-1979 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Coimbra, Colônia Municipal, Comandaí, Entre-Ijuís, Esquina Gaúcha, Eugênio Castro, São Miguel das Missões e Vitória. Pela Lei Municipal n.º 815, de 25-09-1984, alterada pela Lei Municipal n.º 889, de 12-09-1985, é criado o distrito de Lajeado Cerne, com terra desmembrada de distrito de Colônia Municipal, e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 815, de 25-09-1984, alterada pela Lei Municipal n.º 889, de 12-09-1985, é criado o distrito de Restinga Seca e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 688, de 20-05-1982, alterada pela Lei Municipal n.º 781, de 12-12-1983, é criado o distrito de Rincão dos Mendes e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 695, de 03-06-1982, alterada pela Lei Municipal n.º 781, de 12-12-1983, é criado o distrito de São João Batista e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 01, de 08-09-1986, é criado o distrito de Vila Seca e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 14 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Colônia Municipal, Comandaí, Entre-Ijuís, Esquina Gaúcha, Eugênio de Castro, Lajeado Cerne, Restinga Seca, Rincão dos Mendes, São João Batista, São Miguel das Missões, Vila Seca e Vitória. A Lei Estadual n.º 8.558, de 13-04-1988, alterada, pela Lei Estadual n.º 8.995, de 11-01-1990, desmembra de Santo Ângelo o distrito de Entre-Ijuís, elevado à categoria de município. A Lei Estadual n.º 8.582, de 29-04-1988, alterada pela Lei Estadual n.º 9.030, de 02-02-1990, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Eugênio de Castro, elevado à categoria de município. A Lei Estadual n.º 8.554, de 29-04-1988, alterada pela Lei Estadual n.º 8.979, de 09-01-1990, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de São Miguel das Missões e Vila Seca, para formarem o novo município de São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 1.103, de 09-08-1988, é criado o distrito de Atafona e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.402, de 25-07-1991, é criado o distrito de Ressaca Buriti e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.466, de 26-12-1991, é criado o distrito de Cristo Rei e anexado ao município de Santo Ângelo. A Lei Estadual n.º 9.569, de 20-03-1992, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Vitória das Missões. Elevado à categoria de município. Pela Lei Municipal n.º 1.636, 12-04-1993, foram criados os distritos de Rincão dos Roratos, Sossego e União e anexados ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.785, de 29-03-1994, é criado o distrito de Lajeado Micuim e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1995 o município é constituído de 15 distritos: Santo Ângelo, Atafona, Buriti, Colônia Municipal, Comandaí, Cristo Rei, Lajeado Cerne, Lajeado Micuim, Restinga Seca, Rincão dos Mendes, Rincão dos Meoti, Rincão dos Roratos, Ressaca Buriti, Sossego e União. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2015. Fonte: Santo Ângelo (RS). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 34. p. 201-214. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_34.pdf. Acesso em: jan. 2016.

03/25/2018

O POVOADO DE SANTA ROSA

As Cidades Mães de Ubiretama/RS A Município de Santa Rosa A criação do município de Santa Rosa deu-se pelo Decreto n.º 4. 823, de 1. ° de julho de 1931, assinado pelo então Interventor Federal do Estado do Rio ande do Sul, Gal. José Antônio Flores da cunha. Não obstante Santa Rosa ter sido elevada à categoria de cidade em 1931, já em 1.915, quando foi criada a Colônia de Santa Rosa, como distrito que era do Município de Santo Ângelo, espocavam-se as estradas de elementos italianos e alemães, vindo das chamadas “Colônias Velhas”, que, premiados pelo desdobramento das famílias e a procura de terras para agricultura aqui aportavam. O seu povoamento, previamente estabelecido e executando segundo plano governamental. Estabeleceu-se assim a sede provisória “14 de julho” que edificada a título provisório, numa bacia compreendida pelos arroios Pessegueiro e Pessegueirinho, pelos lados Sul e Oeste; e uma elevação a Norte e Leste para onde se vai estendendo hoje a cidade. É um lugar aprazível que fica a cavaleiro da cidade velha, numa zona mais iluminada, mais ventilada e “mais perto do céu”. O lançamento da então sede “14 de julho”, na baixada, resultou, talvez, da “Lei do menor esforço”. Enquanto as terras eram virgens e as matas, cerrada e pujante, era muito natural que em seus primeiros estabelecimentos que o homem buscasse a água fresca e cristalina dos arroios para aí construir suas primeiras casas e com isso a região era em primeiro abitado por indígenas do grupo Tapes, e, com a chegada dos jesuítas e espanhóis, a partir de 1626, iniciou-se um sistema de redução para catequizá-los em Santa Rosa que unia o território dos Sete Povos das Missões. Em 1876, o município de Santo Ângelo foi subdividido e criado o Distrito de Santa Rosa. Contudo a colonização só ocorreu a partir de 1915, quando entrou em implemento de um vasto plano de loteamento de terras para assentar os imigrantes que já habitavam a região. A ocupação dessas terras aconteceu rapidamente, sendo que em 1920 a Colônia já contava com 11.215 habitantes e com a ideia da emancipação surgiu em 1927, quando a Colônia já estava com 35.000 pessoas e uma boa arrecadação. Em 1929, a luta pela emancipação crescia rapidamente e o maior argumento dos emancipacionistas era a crescente arrecadação da Colônia. Durante a campanha, uma comissão foi até a capital do Estado a fim de apressarem a emancipação. A solenidade de instalação do município de Santa Rosa aconteceu no dia 10 de agosto de 1931. Os primeiros progressos e melhoramentos em Santa Rosa foram feitos através da iniciativa de particulares. A população de nosso município por pessoas pertencentes a diferentes grupos étnicos que aqui se A população de nosso município por pessoas pertencentes a diferentes grupos étnicos que aqui se estabeleceram. Os principais grupos que constituem a população do nosso município são os caboclos, descendentes do cruzamento entre indígenas e portugueses; os negros que vieram para a construção da Estrada de Ferro e do Quartel Militar de nosso município; os alemães que vieram para o Brasil a partir de 1824 até 1950, depois da II Guerra Mundial; os italianos que fundaram suas principais colônias entre 1870 e 1875.

01/03/2018

O POVOADO DE GIRUÁ E CAMPINAS DAS MISSÕES

As Terceiras Cidades Mães: Giruá e Campinas das Missões. Giruá Situado entre e, Giruá era território habitado inicialmente por índios possuía uma vegetação muito peculiar d: as matas de butiazeiros. O é uma pequena fruta amarela que emprestou seu nome para a cidade: Jerivá, como os indígenas a chamavam, foi o primeiro nome da cidade. Com a chegada de imigrantes europeus ao o nome da cidade se modificou, e outros europeus encontraram dificuldade em pronunciar Jerivá, e acabaram pronunciando Giruá, nome que se mantém até hoje, foi fundada em 22 de Janeiro de 1955. História do Município de Giruá (3) 1.° Distrito Giruá-Sede O município de Giruá tem como antecedentes históricos que remontam ao século XVIII. Passo das Pedras, antigo nome de Giruá, fazia parte do território da Missão de Santo Ângelo, pertencente aos Sete Povos das Missões. Em 1809, com a criação do município de Rio Pardo, abrangendo mais da metade do Estado, dele passou a fazer parte o território onde hoje se situa Giruá. Tento pertencido sucessivamente aos municípios de Rio Pardo, Cachoeira do Sul e Cruz Alta, nos anos de 1809, 1819 e 1834. Com a emancipação política administrativa de Santo Ângelo, em 22 de março de 1873 a 1873, a região praticamente desocupada passa a fazer parte do novo município, pertencendo ao 6.° distrito, com de em 14 de Julho, atual cidade de Santa Rosa. Aproximadamente no ano de 1895 inicio a vida de colonizadores: alemães, italianos, poloneses, russos, suecos e também de pessoas de outras localidades, devido a grande oferta de terra. Com o passar dos anos, tendo chegado ao final as obras da estrada de ferro, inaugurada em 1928, Giruá ganhava cada vez mais, como entreposto comercial, grande impulso em seu desenvolvimento. A existência madeiras em grande quantidade neste território, a primeira das atividades a ser explorada comercialmente, e que ajudou a tornar a estação da estrada de ferro uma dasmais importantes do Rio Grande do Sul, tanto pelo movimento de passegeiros como pelas trocas comercias de madeira, cereais e diversos outros produtos colônias da região, muito contribuiu para isso. Em 1.° de julho de 1931 a emancipação política de Santa Rosa alterou novamente a divisão territorial da região. O Distrito de Giruá era dividido em 9 secções que eram atendidas por inspetores seccionais. A primeira secção tinha a sede no povoado, a segunda na Boca da Bicada, a terceira no Rincão das Tunas, a quarta em Santo Cristo, a quinta em Giruazinho, a seta no Baixo Giruazinho, a sétima em Comandaí, a oitava no Cascavel e a nona no Rincão dos Donatos. O Capitão Hortêncio Osório Rodrigues eram os grandes proprietários de terras e com e com o objetivo de valorizá-la, os mesmos foram falar com o General Flores da Cunha (interventor do Estado do Rio Grande do Sul), a fim de doarem um terreno para a construção de uma estação ferroviária, já que os trilhos estavam em Mato Grande. Se não fosse a doação do terreno a estrada de ferro iria direto para Santa Rosa. Mas esta doação contribuiu muito para o desenvolvimento de Giruá em todos os seus aspectos. Com a aproximação do ramal da estrada de ferro que, passando por aqui, deveria ir á Porto Lucena, o nosso povoado foi se devolvendo, progredindo de madeira tal que os poderes políticos resolveram localizar aqui a sede de um distrito, segundo a Lei.° 79 de 29 / 12 / 1927. Em virtude dessa lei, dessa lei, passou este lugar a construir o 11.°distrito de Santo Ângelo, com a denominação de Passo das Pedras, recebendo este nome devido a passagem que o rio oferecia aos viajantes. Mais tarde, Cícero Trindade de Fontoura, administrador do município de Santo Ângelo, atendendo apelo das pessoas que habitavam o distrito de Passo das Pedras, resolveu, através da Lei n.° 29, de 26 de junho de 1928, oficializar como Giruá, o nome do Povoado. O pedido foi feito em razão de Giruá ser uma corruptela (modificação) da palavra Jerivá, nome pelo qual os nativos habitantes da região conheciam os cachos de frutas dos butiazeiros, palmeira abundante existente nesta localidade que em épocas de frutificação, dourava os campos do Passo das Pedras. Giruá apesar de seu progresso comercial e industrial sempre crescente, não possuía um nome que o caracterizava entre os demais distritos de Santo Ângelo. Foi escolhido então o título de Giruá “Capital da Linhaça”, pois sua safra foi superior a do município de Encruzilhada do Sul, que até então ostentava o título. Com isso, foi criado um movimento emancipacionista o qual era dirigido por líderes giruaenses defendendo a vontade do povo. Athaydes Pacheco Martins foi um dos líderes decisivos da emancipação de Giruá. Integrante do PTB desta região, e grande líder desta vila, lhe foi proposto acordo de Candidato Único a prefeito pelas lideranças políticas do PSD de Giruá. Assumiu o Executivo teve como vice-prefeito, Haroldo Kegler. Giruá emancipou-se política e administrativamente através da Lei n.° 2.601 de 28 de janeiro de 1955. O Distrito Sede-Giruá possui uma área de 309, 922 quilômetros quadrados. História do Distrito de Ubiretama-3.° distrito (3) Ubiretama-Vócabulo de origem Guarani. Limita-se ao Sul com os municípios de Cerro Largo e Guarani das Missões, a Leste como Distrito de Salgado Filho, ao Norte com o município de Cândido Godói, a Oeste com o município de Campinas das Missões. O Distrito de Ubiretama possuí uma área de 77, 769 quilômetros quadrados. Evolução Histórica O inicio da colonização aconteceu com a vinda de imigrantes alemães no ano de 1890, mais tarde chegaram também famílias de descendentes poloneses, italianos, russos e holandeses. A denominação inicial era Laranjeira, devido ao rio que banhava a região. Pertenceu na condição de Distrito, primeiro ao município de Santo Ângelo. Com a emancipação de Santa Rosa, no ano de 1931, passou a pertencer àquele município. Pertencendo ao nosso município com a sua emancipação política e administrativa em 1955. As terras foram divididas em lotes que foram distribuídos às famílias Agricultura No inicio da colonização esta região era somente mata virgem, onde para cruzar, abriam-se picadas. Mas com o passar dos anos, derrubaram as matas e desenvolveram a agricultura de subsistência. Em 1914, começou a desenvolverem-se em Ubiretama as plantações de arroz. A produção da cultura do milho destinava-se ao consumo nas propriedades, como alimento para o gado, suíno e aves, e também utilizado para o consumo humano, na forma de farinha, instalando-se com isso moinhos para a fabricação da mesma. Como a região era composta de minifúndios, ainda eram produzidas, em pequena escala: mandioca, sorgo, feijão preto e batata inglesa, destinados à subsistência. A cana-de-açúcar, além da utilização para alimentação animal, era aproveitada para fabricar melado e aguardente. Na comunidade existia também o habito de cultivar hortas e pomares. História a Cidade de Campinas das Missões (4) Campinas das Missões Colonizada por descendentes de alemães e russos (eslavos). Possui atualmente uma das maiores colônias de descendentes russos do Rio Grande do Sul. Sua economia está fundamentada na agricultura de minifúndios. Predomina o cultivo de soja e milho. Possui poucas indústrias, como de roupas e esquadrias, foi fundada em 10 de Setembro de 1963. O nome Campina das Missões têm dois significados, para Missões a designação genérica traz um sentido mais religioso do que político. Por volta de 1902, após as primeiras tentativas de formação de núcleos coloniais, a sociedade União Popular e a Secretaria do Estado dos Negócios e Obras Públicas deliberaram colonizar a área compreendida entre os rios Uruguai e Comandaí. O nome Campina deve-se à estrutura física e topográfica do local, uma verdadeira campina em meio à mata virgem. Os demais nomes empregados pela equipe do Governo Brasileiro encarregada da medição para caracterizar as linhas dependentes do centro de campina, iludiam com promessas paradisíacas os povoados de aldeias e lavouras de seus países (estrangeiros). Os primeiros imigrantes, sedentos das riquezas, agora anunciadas pela palavra milagrosa dos agentes, começariam a penetrar na floresta virgem e agreste que circundava a região. Estes imigravam a Campina misteriosa. Venderam seus bens a preços baixos, em sua nação, para partir com as levas de imigrantes até a terra prometida, em navios fretados para o Brasil que ancorava em Porto Alegre e de lá seguiam de trem até Cruz Alta e daí, com carroças movidas por um verdadeiro rebanho eqüino, chegaram à "terra prometida". A inexistência de infra-estrutura para a comercialização da produção associada aos preços não compensadores dos produtos da terra, se tornou os grandes responsáveis pela frustração desta primeira fase da colonização de Campina das Missões, com isso, quando tinham condições, retornavam à sua terra natal. Forma-se assim uma segunda colonização, principalmente de imigrantes vindos das chamadas "colônias velhas" (São Sebastião do Caí, Montenegro, São Leopoldo, Estrela, Lajeado e Santa Cruz do Sul), na sua maioria povos eslavos. Divisão territorial-administrativa no Brasil.(5) As informações a seguir foram retiradas de Borges Fortes. Segundo o autor a palavra “município”, só surgiu em nosso Direito Constitucional com a República, e os termos “vila” e “cidade”, além do sentido de ter uma afluência social que serviam para determinar um território, ou uma seção de Província, ou seja, um município que é hoje. E as expressões Cidade e Vila são usadas dentro de um conceito simplesmente de um acordo e, em pouco tempo passaram a ser legalmente apontadas uma da outra, de ponto de vista demográfico, e seja quanto à função Administrativa de cada uma e à expressão de município eu só entrou em nossa legislação como Ato Adicional-Lei Regencial n.º 16 de 12 de Agosto de 1834. Por muito tempo a figura jurídica do município foi concretizada por “vila” embora esta expressão nunca tivesse recebido definição em texto legal, pois “vila” era uma povoação de categoria inferior a uma cidade, mas superior a uma aldeia. E a expressão, como forma de município foi compreendida, já que a legislação administrativa e judiciária de Portugal e trazida para o Brasil desde os significado municipalista da palavra, e ela aos elementos de sua constituição era, usualmente, incumbida o adjetivo “municipal”. Os atuais municípios do Rio Grande do Sul Santo Ângelo: Lei n.º 835, de 24.03.1873, Santa Rosa: Decreto. N.º 4.823, de 01.07.1931, Giruá: Lei. n.º 2.601, de 28.01.1955. Genealogia dos Municípios do Rio Grande do Sul Foram os seguintes os municípios desmembrados de Rio Pardo: IV- Cruz Alta: Santo Ângelo Santa Rosa e Giruá. O Período Republicano A Divisão judiciária de 1944. Para Fortes nos cinco anos decorridos, foi o progresso do Rio Grande do Sul. E muitos distritos se desenvolveram no ponto demográfico, e econômico, passando, seus a seus habitantes, a pensar na autonomia municipal, e assim sendo envolveu o Governo Estadual numa cuidadosa revisão da divisão territorial. E o resultado foi que o Governo Estadual que através de estudos no sentido de melhorar a divisão territorial do Rio Grande às suas atuais necessidades como as suas implicações desses estudos, foi baixado o Decreto-Lei n.º 720, de 29 de Dezembro de 1944, cujo anexo n.1 foi,a divisão administrativa e judiciária do Rio Grande do Sul, comportando 56 comarcas, 92 termos, 92 municípios e 394 distritos. Os Municípios Rio-Grandenses e a Respectiva Legislação Administrativa Judiciária e Eclesiástica Giruá Invocação: Sagrado Coração de Jesus desmembrado dos municípios de Santo Ângelo e Santa Rosa. Início do povoamento da sede: 1920. Capela: 8 de dezembro de 1930. Pertence à Diocese de Santo Ângelo. Vila: Decreto n.º 7. 199, de 31 de março de 1938. Cidade e sede de município: Lei n.º 2. 601, de 28 de janeiro de 1955. Comarca de 1.ª entrância, não instalada, jurisdicionada pela 2.ª Vara da comarca de Santo Ângelo. Nome anterior: Passo da Pedra. Lei Municipal de Santo Ângelo n.º 79, de 29.12.1927: Cria o 5.º distrito do município, com sede no povoado denominado Passo da Pedra. Lei Municipal de Santo Ângelo n.º 29, de 26.07.1928: Adota o nome de Giruá para a povoação de Passo da Pedra. Ato Municipal de Santa Rosa n.º 120, de 14.01.1933: Transfere a sede do 3.º distrito da Esquina Guarani, atualmente povoado Ipiranga, para o povoado Laranjeira. Dec. n.º 7. 199, 31.03.1938: Eleva à categoria de vila o povoado de Giruá. Dec. Lei n.º 720, de 29. 12.1944: Adota o nome de Ubiretama para a Vila de Laranjeiras.(6) O Município Emancipado desmembrado de Giruá e Campinas das Missões: Ubiretama. Colonizado por imigrantes Europeus alemães poloneses, italianos, russos e tchecos nos anos de 1890. O Povoado de Laranjeira por um Decreto-Lei n.º 720 de 29 de Dezembro de 1944 mudou o seu nome para Vila Ubiretama que tem por definição da língua Tupi-Guarani, da expressão UBIRETAMA “Vila na região de Cerro Largo, sôbre o Rio Comandai. De”yby”, “yvy”=terra e “retama”, “reta”, pátria, lugar, região: o lugar da terra”.(6) E deu o primeiro nome o Lajeado Laranjeira que passa ao lado da cidade e desembocando no Rio Comandai no qual vai até o Rio Uruguai. Sua fundação ta datada de 24 de junho de 1909. Lei n.º 2.181, de 03.12.1953: Determina, para fins de constituição de um novo município, a realização de consulta Plebiscitaria aos eleitores dos distritos de Giruá e Ubiretama, do município de Santo Ângelo, e parte do 1.º distrito de Santa Rosa, fixando os limites da área atingida pela referida consulta. Lei n.º 2.601, 28.01.1955: Cria o município de Giruá, com sede na localidade do mesmo nome, constituído dos atuais distritos de Giruá e Ubiretama e parte do 1.º distrito de Santa Rosa; determina sua instalação no dia 30.04.1955 e fixa os respectivos limites. Distritos Atuais 1. Giruá: Sede 2. Esquina da Linha Giruá: Lei Municipal de Santa Rosa n.º 87, de 18.09.1953. 3. Ubiretama: Ato Municipal de Santa Rosa n.º 6, de 09.08.1931. Santa Rosa Invocação: Sagrado Coração de Jesus desmembrado do município de Santo Ângelo. Início do povoamento da sede: 1915. Capela: [...]. Paróquia: Decreto Eclesiástico de 12 de dezembro de 1921. Pertencente à Diocese de Santo Ângelo. Vila e sede de município: 9 e agosto de 1931. Cidade: Decreto n.º 7.199, de 31 de março de 1938. Comarca de 2.ª entrância, com duas Varas.Nome anterior: 14 de Julho. Legislação Ato Municipal de Santo Ângelo n.º 104, de 10.07.1916-Cria o 6.º distrito do município, com sede na Colônia de 14 de Julho. Santo Ângelo Invocação: Anjo da Guarda desmembrado dos municípios de Cruz Alta e São Borja. Início do povoamento da sede: 1707. Capela: 1707. Freguesia: Lei n.º 335, de 14 de janeiro de 1857. Sede da Diocese de Santo Ângelo: Bula Papal de 22 de maio de 1961. Vila e sede de município: Lei n.º 835, de 22 de março de 1873. Instalação do município: 31 de dezembro de 1874. Cidade: Decreto n.º 7.199, de 31 de março de 1938. Comarca de 3.ª entrância, com duas Varas. Nome anterior: Santo Anjo Custódio e Santo Ângelo Custódio. Legislação Lei n.º 2. 601, de 28.01.1955: Cria o município de Giruá, no qual são incluídos os atuais distrito de São José e Ubiretama, de Santo Ângelo. Notas: (1) MISSÕES, Jornal das: Publicação Especial comemorativa aos 124 anos do município-Encarte da edição n.° 1331. Santo Ângelo 124 Anos. 22 de março de 1997. p. 5 a 7 (2) DECRETO, A Criação do Município de Santa Rosa. Santa Rosa. 1931. p. 1 (3) ESTUDOS, Sócias: Conhecendo Giruá. 40.° Ano de Emancipação Política e Administração de Giruá. 1° Edição. 1995-Giruá-1995. p 92 a 95 (3) ESTUDOS, Sócias: Conhecendo Giruá. 40.° Ano de Emancipação Política e Administração de Giruá. 1° Edição. 1995-Giruá-1995. p 115 e 116

01/03/2018

O POVOADO DE UBIRETAMA

A Emancipação de um Distrito-Vila-Cidade

01/03/2018

REFORÇO DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA.

DIGITO TRABALHOS ESCOLARES E ACADÊMICOS.

Para maiores contatos favor mandar o seu nome, telefone, email, e o assunto a tratar, obrigado.

1.ª SANTO ÂNGELO - 2.ª SANTA ROSA

3.ª GIRUÁ E CAMPINAS DAS MISSÕES

(DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).




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