
tem uma leitura simples e direta e não partidária, mas, sim com a finalidade e preocupação de informar com fotos e textos históricos. Com população levando a cada pessoal a devida informação que irá contribuir para melhor desenvolvimento de uma Cidade em crescimento, tanto no setor executivo como no legislativo, social, secretarias, os comércios, social, educacional, clima, esportes, plantão de policia, obituários, politica geral.
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES U. R. I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE DO SUL - F. U. R. G.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA U. F. S. M.
IMIGRAÇÃO E COLONIZAÇÃO ALEMÃ NO BRASIL
Formado em História pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG-BACHARELADO), e LICENCIATURA pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
ESCOLAS: DIAS: A ESCOLHER NÚMEROS ALUNOS: LOCAL: DOMICILIO OU ESCOLAS . PREÇOS: A COMBINAR CONFORME A SITUAÇÃO. SEMPRE ENTRAR EM CONTATO.
TRABALHOS ESCOLARES: TRABALHOS ACADÊMICOS EM GERAL: PREÇOS: CONFORME O NÚMERO DE FOLHAS. SEMPRE ENTRAR EM CONTATO.
O BRASÃO - ESCUDO BANDEIRA HINO
A 1.ª CIDADE-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).
A 2.ª CIDADE-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).
AS 3.ª CIDADES-MÃE DE UBIRETAMA. (DÚVIDAS ESCREVE E RESPONDEREM).
O ANTIGO POVOADO DE LARANJEIRA VILA - CIDADE DE UBIRETAMA/RS.
UM PONTO TURISTICO
POVO EM GERAL
UMA PEQUENA HISTÓRICO DO RIO LARANJEIRA
Mário Avelino Silveira Kitzmann. Bacharel em História pela F.U.R.G.-Rio Grande RS. e Licenciatura em História pela U.F.S. M-Santa Maria.RS. “Aquilo que tentamos com frequência, e não deixarmos de desejar, um dia acabamos de por conseguir” Sigmud Freud
Leia MaisEm 12 de agosto de 1706, foi fundado o Povoado de Santo Ângelo, entre os rios Ijuí-grande e Ijuizinho, com 737 famílias, compostas de 2 879 pessoas, sendo seu fundador o Padre Diogo de Hase, nascido em Antuérpia a 6 de janeiro de 1647 e falecido na Redução de Santa Ana em 25 de maio de 1725. Esse é um nome quase que ignorado da gente de Santo Ângelo. No ano de 1707 foi o povoado mudado para o local em que ora se ergue a linda cidade de Santo Ângelo. O motivo da mudança prendeu-se à impropriedade do lugar, situado entre dois rios caudalosos. No ano da fundação foram batizadas 3 crianças; em 1707, 181; em 1708, 223; em 1709, 188; e em 1710, 78. Era Santo Ângelo grande produtor de erva-mate: o maior exportador, chegando a produção a atingir 5 mil arrobas, 'no que superou a todos os outros povos”. Era também o maior produtor de algodão, num total de 4 mil arrobas. Quanto à pecuária, só tinha em seus campos 2 mil vacas, 100 cavalos e mil ovelhas. Distrito criado com a denominação de Santo Ângelo por Lei Provincial n.º 335, de 14-01-1857, e por Ato Municipal n.º 9, de 10-02-1901, subordinado aos municípios de Santa Cruz e São Borja. Elevado à categoria de vila com a denominação de Santo Ângelo por Lei Provincial n.º 835, de 22-03-1873, sendo desmembrado de Santa Cruz e São Borja. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-05-1874 ou 31-12-1874. Por Ato n.º 9, de 10-02-1901, são criados os distritos de Santa Rosa, Rio Branco e Fazenda Coimbra e anexados ao município de Santo Ângelo. Por Lei Provincial n.º 1.287, de 04-05-1881, e por Ato Municipal n.º 9, de 10-02-1901, é criado o distrito de São Miguel e anexado ao município de Santo Ângelo. Pelos Atos Municipais n.º 27, de 14-10-1901, n.º 9, de 09-12-1913, e n.º 1, de 03-01-1929, foram criados os distritos de Jarí e Vinte e Um de Abril, subordinados ao município de Santo Ângelo. Por Ato n.º 5, de 24-07-1909, foram criados os distritos de Giruá e Laranjeiras e anexados ao município de Santo Ângelo. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Fazenda Coimbra, Giruá, Jarí, Laranjeiras, Rio Branco, Santa Rosa, Santa Tecla, São Miguel e Vinte e Um de Abril. Pelo Ato Municipal n.º 1, de 01-01-1920, é criado o distrito de Campinas e anexado ao município de Santo Ângelo. Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Campinas, Giruá, Jarí, Laranjeiras, Rio Branco, Santa Rosa, Santa Tecla e São Miguel e Vinte e Um de Abril. Não figurando o distrito de Fazenda Coimbra. Pelo Decreto Estadual n.º 4.200, de 21-12-1928, o distrito Vinte e Um de Abril foi transferido do município de Santo Ângelo para Tupanciretã. A Lei Estadual n.º 4.823, de 01-07-1931, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de Santa Rosa, Campinas e Laranjeiras, para constituírem o novo município de Santa Rosa. Por Ato n.º 1, de 12-01-1933, foram criados os distritos de Independência e Inhacorá e anexados ao município de Santo Ângelo. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Giruá, Independência, Inhacorá, Jarí, Rio Branco, Santa Tecla e São Miguel. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo Decreto Estadual n.º 7.199, de 31-03-1938, foram extintos os distritos de independência, Inhacorá e Santa Tecla, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Santo Ângelo como simples zonas administrativas e o distrito de Jarí anexado ao distrito sede do município de Tupanciretã. Pelo Decreto Estadual n.º 7.842, de 30-06-1939, o distrito de Rio Branco tomou a denominação de Catuípe. No quadro para vigorar no período de 1939 a 1943, o município é constituído de 4 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Giruá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 3, de 26-08-1948, é criado o distrito de Entre-Ijuís e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 4, de 6-10-1948, é criado o distrito de São José do Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 5, de 02-12-1948, é criado o distrito de Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Entre-Ijuís, Giruá, Inhacorá, São José do Inhacorá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 14, de 16-06-1949, é criado o distrito de Coimbra e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei n.º 7, de 16-06-1950, é criado novamente o distrito de Independência e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950 o município é constituído de 9 distritos: Santo Ângelo, Catuípe, Coimbra, Entre-Ijuís, Giruá, Independência, Inhacorá, São José do Inhacorá e São Miguel das Missões. A Lei Estadual n.º 2.526, de 15-12-1954, transfere os distritos de Independência, Ivagaci e São José do Inhacorá do município de Santo Ângelo para o de Três de Maio. A Lei Estadual n.º 2.601, de 28-01-1955, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Giruá, elevado à categoria de município. Pela Lei Municipal n.º 29, de 31-01-1955, é criado o distrito de Chiapetta, desmembrado do distrito de Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 7 distritos: Santo Ângelo, Catuipé, Chiapetta, Coimbra, Entre-Ijuís, Inhacorá e São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 32, de 11-10-1955, é criado o distrito de Eugênio de Castro, desmembrado do distrito de São Miguel das Missões, e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 7, de 17-07-1956, é criado o distrito de Buriti e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 47, de 30-12-1955, é criado o distrito de Sete de setembro e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 10, de 10-08-1959, é criado o distrito de Vitória e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Estadual n.º 3.699, de 31-01-1959, o distrito de Sete de setembro foi transferido do município de Santo Ângelo para o novo município de Guarani das Missões. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Catuípe, Chiapeta, Coimbra, Eugênio de Castro, Entre-Ijuís, Inhacorá, São Miguel das Missões e Vitória. A Lei Estadual n.º 4.156, de 16-10-1961, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de Catuípe, Chiapeta e Inhacorá, para constituírem o novo município de Catuípe. Pela Lei Municipal n.º 389, de 20-03-1978, é criado o distrito de Colônia Municipal e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 388, de 20-03-1978, é criado o distrito de Comandaí e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 26, de 12-10-1966, é criado o distrito de Esquina Gaúcha e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-I-1979 o município é constituído de 10 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Coimbra, Colônia Municipal, Comandaí, Entre-Ijuís, Esquina Gaúcha, Eugênio Castro, São Miguel das Missões e Vitória. Pela Lei Municipal n.º 815, de 25-09-1984, alterada pela Lei Municipal n.º 889, de 12-09-1985, é criado o distrito de Lajeado Cerne, com terra desmembrada de distrito de Colônia Municipal, e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 815, de 25-09-1984, alterada pela Lei Municipal n.º 889, de 12-09-1985, é criado o distrito de Restinga Seca e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 688, de 20-05-1982, alterada pela Lei Municipal n.º 781, de 12-12-1983, é criado o distrito de Rincão dos Mendes e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 695, de 03-06-1982, alterada pela Lei Municipal n.º 781, de 12-12-1983, é criado o distrito de São João Batista e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 01, de 08-09-1986, é criado o distrito de Vila Seca e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 14 distritos: Santo Ângelo, Buriti, Colônia Municipal, Comandaí, Entre-Ijuís, Esquina Gaúcha, Eugênio de Castro, Lajeado Cerne, Restinga Seca, Rincão dos Mendes, São João Batista, São Miguel das Missões, Vila Seca e Vitória. A Lei Estadual n.º 8.558, de 13-04-1988, alterada, pela Lei Estadual n.º 8.995, de 11-01-1990, desmembra de Santo Ângelo o distrito de Entre-Ijuís, elevado à categoria de município. A Lei Estadual n.º 8.582, de 29-04-1988, alterada pela Lei Estadual n.º 9.030, de 02-02-1990, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Eugênio de Castro, elevado à categoria de município. A Lei Estadual n.º 8.554, de 29-04-1988, alterada pela Lei Estadual n.º 8.979, de 09-01-1990, desmembra do município de Santo Ângelo os distritos de São Miguel das Missões e Vila Seca, para formarem o novo município de São Miguel das Missões. Pela Lei Municipal n.º 1.103, de 09-08-1988, é criado o distrito de Atafona e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.402, de 25-07-1991, é criado o distrito de Ressaca Buriti e anexado ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.466, de 26-12-1991, é criado o distrito de Cristo Rei e anexado ao município de Santo Ângelo. A Lei Estadual n.º 9.569, de 20-03-1992, desmembra do município de Santo Ângelo o distrito de Vitória das Missões. Elevado à categoria de município. Pela Lei Municipal n.º 1.636, 12-04-1993, foram criados os distritos de Rincão dos Roratos, Sossego e União e anexados ao município de Santo Ângelo. Pela Lei Municipal n.º 1.785, de 29-03-1994, é criado o distrito de Lajeado Micuim e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1995 o município é constituído de 15 distritos: Santo Ângelo, Atafona, Buriti, Colônia Municipal, Comandaí, Cristo Rei, Lajeado Cerne, Lajeado Micuim, Restinga Seca, Rincão dos Mendes, Rincão dos Meoti, Rincão dos Roratos, Ressaca Buriti, Sossego e União. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2015. Fonte: Santo Ângelo (RS). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 34. p. 201-214. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_34.pdf. Acesso em: jan. 2016.
As Cidades Mães de Ubiretama/RS A Município de Santa Rosa A criação do município de Santa Rosa deu-se pelo Decreto n.º 4. 823, de 1. ° de julho de 1931, assinado pelo então Interventor Federal do Estado do Rio ande do Sul, Gal. José Antônio Flores da cunha. Não obstante Santa Rosa ter sido elevada à categoria de cidade em 1931, já em 1.915, quando foi criada a Colônia de Santa Rosa, como distrito que era do Município de Santo Ângelo, espocavam-se as estradas de elementos italianos e alemães, vindo das chamadas “Colônias Velhas”, que, premiados pelo desdobramento das famílias e a procura de terras para agricultura aqui aportavam. O seu povoamento, previamente estabelecido e executando segundo plano governamental. Estabeleceu-se assim a sede provisória “14 de julho” que edificada a título provisório, numa bacia compreendida pelos arroios Pessegueiro e Pessegueirinho, pelos lados Sul e Oeste; e uma elevação a Norte e Leste para onde se vai estendendo hoje a cidade. É um lugar aprazível que fica a cavaleiro da cidade velha, numa zona mais iluminada, mais ventilada e “mais perto do céu”. O lançamento da então sede “14 de julho”, na baixada, resultou, talvez, da “Lei do menor esforço”. Enquanto as terras eram virgens e as matas, cerrada e pujante, era muito natural que em seus primeiros estabelecimentos que o homem buscasse a água fresca e cristalina dos arroios para aí construir suas primeiras casas e com isso a região era em primeiro abitado por indígenas do grupo Tapes, e, com a chegada dos jesuítas e espanhóis, a partir de 1626, iniciou-se um sistema de redução para catequizá-los em Santa Rosa que unia o território dos Sete Povos das Missões. Em 1876, o município de Santo Ângelo foi subdividido e criado o Distrito de Santa Rosa. Contudo a colonização só ocorreu a partir de 1915, quando entrou em implemento de um vasto plano de loteamento de terras para assentar os imigrantes que já habitavam a região. A ocupação dessas terras aconteceu rapidamente, sendo que em 1920 a Colônia já contava com 11.215 habitantes e com a ideia da emancipação surgiu em 1927, quando a Colônia já estava com 35.000 pessoas e uma boa arrecadação. Em 1929, a luta pela emancipação crescia rapidamente e o maior argumento dos emancipacionistas era a crescente arrecadação da Colônia. Durante a campanha, uma comissão foi até a capital do Estado a fim de apressarem a emancipação. A solenidade de instalação do município de Santa Rosa aconteceu no dia 10 de agosto de 1931. Os primeiros progressos e melhoramentos em Santa Rosa foram feitos através da iniciativa de particulares. A população de nosso município por pessoas pertencentes a diferentes grupos étnicos que aqui se A população de nosso município por pessoas pertencentes a diferentes grupos étnicos que aqui se estabeleceram. Os principais grupos que constituem a população do nosso município são os caboclos, descendentes do cruzamento entre indígenas e portugueses; os negros que vieram para a construção da Estrada de Ferro e do Quartel Militar de nosso município; os alemães que vieram para o Brasil a partir de 1824 até 1950, depois da II Guerra Mundial; os italianos que fundaram suas principais colônias entre 1870 e 1875.
As Terceiras Cidades Mães: Giruá e Campinas das Missões. Giruá Situado entre e, Giruá era território habitado inicialmente por índios possuía uma vegetação muito peculiar d: as matas de butiazeiros. O é uma pequena fruta amarela que emprestou seu nome para a cidade: Jerivá, como os indígenas a chamavam, foi o primeiro nome da cidade. Com a chegada de imigrantes europeus ao o nome da cidade se modificou, e outros europeus encontraram dificuldade em pronunciar Jerivá, e acabaram pronunciando Giruá, nome que se mantém até hoje, foi fundada em 22 de Janeiro de 1955. História do Município de Giruá (3) 1.° Distrito Giruá-Sede O município de Giruá tem como antecedentes históricos que remontam ao século XVIII. Passo das Pedras, antigo nome de Giruá, fazia parte do território da Missão de Santo Ângelo, pertencente aos Sete Povos das Missões. Em 1809, com a criação do município de Rio Pardo, abrangendo mais da metade do Estado, dele passou a fazer parte o território onde hoje se situa Giruá. Tento pertencido sucessivamente aos municípios de Rio Pardo, Cachoeira do Sul e Cruz Alta, nos anos de 1809, 1819 e 1834. Com a emancipação política administrativa de Santo Ângelo, em 22 de março de 1873 a 1873, a região praticamente desocupada passa a fazer parte do novo município, pertencendo ao 6.° distrito, com de em 14 de Julho, atual cidade de Santa Rosa. Aproximadamente no ano de 1895 inicio a vida de colonizadores: alemães, italianos, poloneses, russos, suecos e também de pessoas de outras localidades, devido a grande oferta de terra. Com o passar dos anos, tendo chegado ao final as obras da estrada de ferro, inaugurada em 1928, Giruá ganhava cada vez mais, como entreposto comercial, grande impulso em seu desenvolvimento. A existência madeiras em grande quantidade neste território, a primeira das atividades a ser explorada comercialmente, e que ajudou a tornar a estação da estrada de ferro uma dasmais importantes do Rio Grande do Sul, tanto pelo movimento de passegeiros como pelas trocas comercias de madeira, cereais e diversos outros produtos colônias da região, muito contribuiu para isso. Em 1.° de julho de 1931 a emancipação política de Santa Rosa alterou novamente a divisão territorial da região. O Distrito de Giruá era dividido em 9 secções que eram atendidas por inspetores seccionais. A primeira secção tinha a sede no povoado, a segunda na Boca da Bicada, a terceira no Rincão das Tunas, a quarta em Santo Cristo, a quinta em Giruazinho, a seta no Baixo Giruazinho, a sétima em Comandaí, a oitava no Cascavel e a nona no Rincão dos Donatos. O Capitão Hortêncio Osório Rodrigues eram os grandes proprietários de terras e com e com o objetivo de valorizá-la, os mesmos foram falar com o General Flores da Cunha (interventor do Estado do Rio Grande do Sul), a fim de doarem um terreno para a construção de uma estação ferroviária, já que os trilhos estavam em Mato Grande. Se não fosse a doação do terreno a estrada de ferro iria direto para Santa Rosa. Mas esta doação contribuiu muito para o desenvolvimento de Giruá em todos os seus aspectos. Com a aproximação do ramal da estrada de ferro que, passando por aqui, deveria ir á Porto Lucena, o nosso povoado foi se devolvendo, progredindo de madeira tal que os poderes políticos resolveram localizar aqui a sede de um distrito, segundo a Lei.° 79 de 29 / 12 / 1927. Em virtude dessa lei, dessa lei, passou este lugar a construir o 11.°distrito de Santo Ângelo, com a denominação de Passo das Pedras, recebendo este nome devido a passagem que o rio oferecia aos viajantes. Mais tarde, Cícero Trindade de Fontoura, administrador do município de Santo Ângelo, atendendo apelo das pessoas que habitavam o distrito de Passo das Pedras, resolveu, através da Lei n.° 29, de 26 de junho de 1928, oficializar como Giruá, o nome do Povoado. O pedido foi feito em razão de Giruá ser uma corruptela (modificação) da palavra Jerivá, nome pelo qual os nativos habitantes da região conheciam os cachos de frutas dos butiazeiros, palmeira abundante existente nesta localidade que em épocas de frutificação, dourava os campos do Passo das Pedras. Giruá apesar de seu progresso comercial e industrial sempre crescente, não possuía um nome que o caracterizava entre os demais distritos de Santo Ângelo. Foi escolhido então o título de Giruá “Capital da Linhaça”, pois sua safra foi superior a do município de Encruzilhada do Sul, que até então ostentava o título. Com isso, foi criado um movimento emancipacionista o qual era dirigido por líderes giruaenses defendendo a vontade do povo. Athaydes Pacheco Martins foi um dos líderes decisivos da emancipação de Giruá. Integrante do PTB desta região, e grande líder desta vila, lhe foi proposto acordo de Candidato Único a prefeito pelas lideranças políticas do PSD de Giruá. Assumiu o Executivo teve como vice-prefeito, Haroldo Kegler. Giruá emancipou-se política e administrativamente através da Lei n.° 2.601 de 28 de janeiro de 1955. O Distrito Sede-Giruá possui uma área de 309, 922 quilômetros quadrados. História do Distrito de Ubiretama-3.° distrito (3) Ubiretama-Vócabulo de origem Guarani. Limita-se ao Sul com os municípios de Cerro Largo e Guarani das Missões, a Leste como Distrito de Salgado Filho, ao Norte com o município de Cândido Godói, a Oeste com o município de Campinas das Missões. O Distrito de Ubiretama possuí uma área de 77, 769 quilômetros quadrados. Evolução Histórica O inicio da colonização aconteceu com a vinda de imigrantes alemães no ano de 1890, mais tarde chegaram também famílias de descendentes poloneses, italianos, russos e holandeses. A denominação inicial era Laranjeira, devido ao rio que banhava a região. Pertenceu na condição de Distrito, primeiro ao município de Santo Ângelo. Com a emancipação de Santa Rosa, no ano de 1931, passou a pertencer àquele município. Pertencendo ao nosso município com a sua emancipação política e administrativa em 1955. As terras foram divididas em lotes que foram distribuídos às famílias Agricultura No inicio da colonização esta região era somente mata virgem, onde para cruzar, abriam-se picadas. Mas com o passar dos anos, derrubaram as matas e desenvolveram a agricultura de subsistência. Em 1914, começou a desenvolverem-se em Ubiretama as plantações de arroz. A produção da cultura do milho destinava-se ao consumo nas propriedades, como alimento para o gado, suíno e aves, e também utilizado para o consumo humano, na forma de farinha, instalando-se com isso moinhos para a fabricação da mesma. Como a região era composta de minifúndios, ainda eram produzidas, em pequena escala: mandioca, sorgo, feijão preto e batata inglesa, destinados à subsistência. A cana-de-açúcar, além da utilização para alimentação animal, era aproveitada para fabricar melado e aguardente. Na comunidade existia também o habito de cultivar hortas e pomares. História a Cidade de Campinas das Missões (4) Campinas das Missões Colonizada por descendentes de alemães e russos (eslavos). Possui atualmente uma das maiores colônias de descendentes russos do Rio Grande do Sul. Sua economia está fundamentada na agricultura de minifúndios. Predomina o cultivo de soja e milho. Possui poucas indústrias, como de roupas e esquadrias, foi fundada em 10 de Setembro de 1963. O nome Campina das Missões têm dois significados, para Missões a designação genérica traz um sentido mais religioso do que político. Por volta de 1902, após as primeiras tentativas de formação de núcleos coloniais, a sociedade União Popular e a Secretaria do Estado dos Negócios e Obras Públicas deliberaram colonizar a área compreendida entre os rios Uruguai e Comandaí. O nome Campina deve-se à estrutura física e topográfica do local, uma verdadeira campina em meio à mata virgem. Os demais nomes empregados pela equipe do Governo Brasileiro encarregada da medição para caracterizar as linhas dependentes do centro de campina, iludiam com promessas paradisíacas os povoados de aldeias e lavouras de seus países (estrangeiros). Os primeiros imigrantes, sedentos das riquezas, agora anunciadas pela palavra milagrosa dos agentes, começariam a penetrar na floresta virgem e agreste que circundava a região. Estes imigravam a Campina misteriosa. Venderam seus bens a preços baixos, em sua nação, para partir com as levas de imigrantes até a terra prometida, em navios fretados para o Brasil que ancorava em Porto Alegre e de lá seguiam de trem até Cruz Alta e daí, com carroças movidas por um verdadeiro rebanho eqüino, chegaram à "terra prometida". A inexistência de infra-estrutura para a comercialização da produção associada aos preços não compensadores dos produtos da terra, se tornou os grandes responsáveis pela frustração desta primeira fase da colonização de Campina das Missões, com isso, quando tinham condições, retornavam à sua terra natal. Forma-se assim uma segunda colonização, principalmente de imigrantes vindos das chamadas "colônias velhas" (São Sebastião do Caí, Montenegro, São Leopoldo, Estrela, Lajeado e Santa Cruz do Sul), na sua maioria povos eslavos. Divisão territorial-administrativa no Brasil.(5) As informações a seguir foram retiradas de Borges Fortes. Segundo o autor a palavra “município”, só surgiu em nosso Direito Constitucional com a República, e os termos “vila” e “cidade”, além do sentido de ter uma afluência social que serviam para determinar um território, ou uma seção de Província, ou seja, um município que é hoje. E as expressões Cidade e Vila são usadas dentro de um conceito simplesmente de um acordo e, em pouco tempo passaram a ser legalmente apontadas uma da outra, de ponto de vista demográfico, e seja quanto à função Administrativa de cada uma e à expressão de município eu só entrou em nossa legislação como Ato Adicional-Lei Regencial n.º 16 de 12 de Agosto de 1834. Por muito tempo a figura jurídica do município foi concretizada por “vila” embora esta expressão nunca tivesse recebido definição em texto legal, pois “vila” era uma povoação de categoria inferior a uma cidade, mas superior a uma aldeia. E a expressão, como forma de município foi compreendida, já que a legislação administrativa e judiciária de Portugal e trazida para o Brasil desde os significado municipalista da palavra, e ela aos elementos de sua constituição era, usualmente, incumbida o adjetivo “municipal”. Os atuais municípios do Rio Grande do Sul Santo Ângelo: Lei n.º 835, de 24.03.1873, Santa Rosa: Decreto. N.º 4.823, de 01.07.1931, Giruá: Lei. n.º 2.601, de 28.01.1955. Genealogia dos Municípios do Rio Grande do Sul Foram os seguintes os municípios desmembrados de Rio Pardo: IV- Cruz Alta: Santo Ângelo Santa Rosa e Giruá. O Período Republicano A Divisão judiciária de 1944. Para Fortes nos cinco anos decorridos, foi o progresso do Rio Grande do Sul. E muitos distritos se desenvolveram no ponto demográfico, e econômico, passando, seus a seus habitantes, a pensar na autonomia municipal, e assim sendo envolveu o Governo Estadual numa cuidadosa revisão da divisão territorial. E o resultado foi que o Governo Estadual que através de estudos no sentido de melhorar a divisão territorial do Rio Grande às suas atuais necessidades como as suas implicações desses estudos, foi baixado o Decreto-Lei n.º 720, de 29 de Dezembro de 1944, cujo anexo n.1 foi,a divisão administrativa e judiciária do Rio Grande do Sul, comportando 56 comarcas, 92 termos, 92 municípios e 394 distritos. Os Municípios Rio-Grandenses e a Respectiva Legislação Administrativa Judiciária e Eclesiástica Giruá Invocação: Sagrado Coração de Jesus desmembrado dos municípios de Santo Ângelo e Santa Rosa. Início do povoamento da sede: 1920. Capela: 8 de dezembro de 1930. Pertence à Diocese de Santo Ângelo. Vila: Decreto n.º 7. 199, de 31 de março de 1938. Cidade e sede de município: Lei n.º 2. 601, de 28 de janeiro de 1955. Comarca de 1.ª entrância, não instalada, jurisdicionada pela 2.ª Vara da comarca de Santo Ângelo. Nome anterior: Passo da Pedra. Lei Municipal de Santo Ângelo n.º 79, de 29.12.1927: Cria o 5.º distrito do município, com sede no povoado denominado Passo da Pedra. Lei Municipal de Santo Ângelo n.º 29, de 26.07.1928: Adota o nome de Giruá para a povoação de Passo da Pedra. Ato Municipal de Santa Rosa n.º 120, de 14.01.1933: Transfere a sede do 3.º distrito da Esquina Guarani, atualmente povoado Ipiranga, para o povoado Laranjeira. Dec. n.º 7. 199, 31.03.1938: Eleva à categoria de vila o povoado de Giruá. Dec. Lei n.º 720, de 29. 12.1944: Adota o nome de Ubiretama para a Vila de Laranjeiras.(6) O Município Emancipado desmembrado de Giruá e Campinas das Missões: Ubiretama. Colonizado por imigrantes Europeus alemães poloneses, italianos, russos e tchecos nos anos de 1890. O Povoado de Laranjeira por um Decreto-Lei n.º 720 de 29 de Dezembro de 1944 mudou o seu nome para Vila Ubiretama que tem por definição da língua Tupi-Guarani, da expressão UBIRETAMA “Vila na região de Cerro Largo, sôbre o Rio Comandai. De”yby”, “yvy”=terra e “retama”, “reta”, pátria, lugar, região: o lugar da terra”.(6) E deu o primeiro nome o Lajeado Laranjeira que passa ao lado da cidade e desembocando no Rio Comandai no qual vai até o Rio Uruguai. Sua fundação ta datada de 24 de junho de 1909. Lei n.º 2.181, de 03.12.1953: Determina, para fins de constituição de um novo município, a realização de consulta Plebiscitaria aos eleitores dos distritos de Giruá e Ubiretama, do município de Santo Ângelo, e parte do 1.º distrito de Santa Rosa, fixando os limites da área atingida pela referida consulta. Lei n.º 2.601, 28.01.1955: Cria o município de Giruá, com sede na localidade do mesmo nome, constituído dos atuais distritos de Giruá e Ubiretama e parte do 1.º distrito de Santa Rosa; determina sua instalação no dia 30.04.1955 e fixa os respectivos limites. Distritos Atuais 1. Giruá: Sede 2. Esquina da Linha Giruá: Lei Municipal de Santa Rosa n.º 87, de 18.09.1953. 3. Ubiretama: Ato Municipal de Santa Rosa n.º 6, de 09.08.1931. Santa Rosa Invocação: Sagrado Coração de Jesus desmembrado do município de Santo Ângelo. Início do povoamento da sede: 1915. Capela: [...]. Paróquia: Decreto Eclesiástico de 12 de dezembro de 1921. Pertencente à Diocese de Santo Ângelo. Vila e sede de município: 9 e agosto de 1931. Cidade: Decreto n.º 7.199, de 31 de março de 1938. Comarca de 2.ª entrância, com duas Varas.Nome anterior: 14 de Julho. Legislação Ato Municipal de Santo Ângelo n.º 104, de 10.07.1916-Cria o 6.º distrito do município, com sede na Colônia de 14 de Julho. Santo Ângelo Invocação: Anjo da Guarda desmembrado dos municípios de Cruz Alta e São Borja. Início do povoamento da sede: 1707. Capela: 1707. Freguesia: Lei n.º 335, de 14 de janeiro de 1857. Sede da Diocese de Santo Ângelo: Bula Papal de 22 de maio de 1961. Vila e sede de município: Lei n.º 835, de 22 de março de 1873. Instalação do município: 31 de dezembro de 1874. Cidade: Decreto n.º 7.199, de 31 de março de 1938. Comarca de 3.ª entrância, com duas Varas. Nome anterior: Santo Anjo Custódio e Santo Ângelo Custódio. Legislação Lei n.º 2. 601, de 28.01.1955: Cria o município de Giruá, no qual são incluídos os atuais distrito de São José e Ubiretama, de Santo Ângelo. Notas: (1) MISSÕES, Jornal das: Publicação Especial comemorativa aos 124 anos do município-Encarte da edição n.° 1331. Santo Ângelo 124 Anos. 22 de março de 1997. p. 5 a 7 (2) DECRETO, A Criação do Município de Santa Rosa. Santa Rosa. 1931. p. 1 (3) ESTUDOS, Sócias: Conhecendo Giruá. 40.° Ano de Emancipação Política e Administração de Giruá. 1° Edição. 1995-Giruá-1995. p 92 a 95 (3) ESTUDOS, Sócias: Conhecendo Giruá. 40.° Ano de Emancipação Política e Administração de Giruá. 1° Edição. 1995-Giruá-1995. p 115 e 116
A Emancipação de um Distrito-Vila-Cidade
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